FAB assina contrato para aquisição de duas aeronaves A330-200
Preenchendo uma lacuna operacional existente há nove anos, as aeronaves cumprirão missões estratégicas, tais como Reabastecimento em Voo (REVO), Apoio Logístico, Ações Humanitárias e Evacuação Aeromédica (EVAM)
A Força Aérea Brasileira (FAB) assinou, nesta segunda-feira (18/04), o contrato referente à aquisição de duas aeronaves modelo A330-200, compatíveis com a versão militar A330 MRTT (do inglês Multi-Role Tanker Transport).
A empresa Azul S.A. foi declarada vencedora por atender a todos os requisitos do certame, apresentando uma oferta no valor global de aproximadamente US$ 80 milhões, o equivalente a R$ 375 milhões de reais, na cotação atual. O processo foi encerrado no último dia 07 de abril.
A empresa aérea apresentou as aeronaves MSN 1492 (Número de Série do Fabricante), que já operava, e a MSN 1508, adquirida no mercado internacional e ofertada para a licitação. A aquisição tem como objetivo suprir as carências operacionais da FAB em ações estratégicas, como Reabastecimento em Voo (REVO), Transporte Aéreo Logístico (de cargas e passageiros) e Ajuda Humanitária. Em situações de calamidade pública, como desastres naturais, pandemias ou emergências médicas, o avião pode, também, realizar missões de Evacuação Aeromédica (EVAM) de grande número de pacientes.
Conforme previsto no edital, a primeira aeronave deverá ser entregue em até 90 dias e a segunda em até 150 dias, contados a partir da assinatura do contrato. Ambas, que já estão com suas matrículas definidas (FAB 2901 e FAB 2902), receberão o designativo KC-30 e serão operadas pelo Segundo Esquadrão do Segundo Grupo de Transporte (2º/2º GT) – Esquadrão Corsário, sediado na Base Aérea do Galeão (BAGL), no Rio de Janeiro (RJ).
Em toda a sua história, a FAB teve somente um vetor capaz de cumprir esta variedade de missões estratégicas: o Boeing KC-137, que voou pela última vez em 2013. Hoje, as maiores aeronaves da FAB são os KC-390 Millennium, que têm um papel importante nas missões de transporte aéreo de carga e pessoal, lançamento de paraquedistas, assalto aeroterrestre, dentre outras, em um cenário tático. Com a nova aquisição, a FAB une as possibilidades do KC-390 às características de emprego estratégico do KC-30, resultando em um significativo incremento em sua operacionalidade.
Sendo o Brasil um País de dimensões continentais, torna-se imperativo possuir a capacidade de desdobrar seus meios aéreos, tropas e equipamentos para qualquer lugar, a qualquer hora. Uma aeronave estratégica, carregada com cerca de 110 toneladas de combustível, é um fator multiplicador de capacidades de qualquer força aérea, pela possibilidade de apoiar uma grande quantidade de aeronaves de caça, em suas missões de emprego. Além disso, as demais características da aeronave são essenciais para cumprir missões de logística e de transporte.
Diversos países já operam o A330 MRTT, a exemplo da França, Reino Unido e Austrália, dentre outros. A negociação com a empresa Airbus para conversão das aeronaves comerciais em plataformas MRTT será iniciada nas próximas semanas, a fim de que a primeira aeronave com esta configuração entre em operação em 2024.
Vetor multimissão
Um vetor multimissão estratégico de transporte e REVO se caracteriza por ser capaz de transportar passageiros, em uma cabine comercial convencional, e um grande volume de carga nos porões, em voos de longo curso. A mesma cabine pode ser reconfigurada rapidamente para cumprir missões de evacuação aeromédica, ou seja, moldar-se de acordo com as necessidades operacionais, com grande flexibilidade.
Assim, com a junção das potencialidades das duas aeronaves, a Força Aérea Brasileira realiza um salto operacional extraordinário na Aviação de Transporte e garante, ainda mais efetivamente, a manutenção da soberania do espaço aéreo e integração do território nacional, com vistas à defesa da Pátria.
FONTE: Força Aérea Brasileira
Finalmente uma aquisição rápida nas nossas FAs, espero que a modificação também diga esse padrão, será teremos um meio que entrará em operação em menos de 10 anos?
Excelente pergunta
Se eu entendi sua pergunta corretamente, sim, bem antes, na verdade.
Pessoal não lê a notícia por inteiro né? rsrsrs
Ou lê e não acredita muito não, dado o histórico…
Não é que não acredita muito, simplesmente é impossível acreditar, dado o histórico …
A “negociação” vai iniciar. Não a conversão.
“a fim de que a primeira aeronave com esta configuração entre em operação em 2024″
O ideal a meu seria essas empresas nem escalas fazer no Brasil,partir direto para Getafe, porque estando aqui,as chances de virar avião presidencial e ficar completamente de lado a função principal são grandes.
Olá Gabriel. Uma coisa não exclui a outras. A FAB teve um 707 que servia para viagens presidenciais internacionais de longa distância e também para REVO na maioria do tempo. Inclusive, sua pintura era branca com a faixa azul horizontal típica do GTE. Seia o “aerobolso”.
Pior é que Brasil, dada sua localização no planeta, precisa de um avião presidencial desse porte pra viajar sem escalas para países mais distantes kkkk.
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O ideal seria um MRTT pra fazer serviço de viagens presidenciais em rotas mais distantes e 1 E2 para fazer viagens mais curtas liberando o MRTT pra FAB nesse tempo.
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Infelizmente no Brasil pessoas não entendem a diferença de Projeto de Estado e de Governo e ainda por cima tem políticos que vem o Estado como extensão dos bens dele
Pra mim os dois podem muito bem fazer e função de força aérea 1, quando necessário, e sem qualquer pintura especial. Mesmo porque esse tipo de transporte é meio raro, acontece poucas vezes no ano e cá para nós, essas duas aeronaves não serão exatamente as aeronaves mais ocupadas da frota da FAB. Portanto, para mim, ser usada também como transporte presidencial é até um outro bom motivo/justificativa para a aquisição.
Compraram o Airbus ACJ e os E-190 exatamente para essas duas missões.
Gostaria muito de ver o ACJ vendido para colaborar com parte da grana pra uma terceira unidade.
A330 MRTT
A330 MRTT.
Não vejo sentido em equiparmos esses aviões com o boom, podem vir na mesma configuração dos MRTT KC-2 Voyager da RAF.
O flying boom seria útil em caso de operação da FAB junto a coalizões internacionais e se por ventura fosse adquirida uma aeronave com outra configuração de reabastecimento.
Não sei se o sistema da lança é tipo “só conectar e ta pronto pra uso”. Se for poderia ser comprado o sistema tb para ser usado em operação fora do país (quando for o caso) e para treinos de reabastecimento do MRTT > MRTT (ja que ele não reabastece com probe/drogue).
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na maior parte do tempo ele não voaria com a lança, apenas quando precisasse… tipo como vai ser o IRST no Gripen.
O problema da lança é que eu acredito que modificações mais extensas precisariam ser feitas. Ela abastece a aeronave mais rapidamente, por exemplo, então o sistema em si deve ser bem diferente da drogue. Ao mesmo tempo é necessário um operador treinado especificamente na utilização da lança, e no caso brasileiro esse cara só seria utilizado quando voássemos em missões no exterior abastecendo aeroanves que não temos em nosso inventário.
Ou seja, na minha opinião simplesmente não vale à pena.
Olá Leandro, na verdade a lança é controlada automaticamente. Airbus foi pioneira nessa tecnologia seguida pela Boeing no KC-46. Ao meu ver o Brasil só tem a ganhar com um avião que utiliza ambos os sistemas. Vale lembrar que a FAB possui uma excelente relação com a FACH. E ela utiliza o sistema de lança.
Meu amigo, isso não faz o menor sentido. Esse é uma sistema caro, bem mais caro do que o que utilizamos e tais sistemas requerem muito treinamento e prática constante. Como é que a a FAB vai justificar um gasto desse com um sistema que não pode ser utilizado aqui, que nós não possuímos a menos necessidade e que não conseguiríamos manter os operadores treinados??? Nós, uma vez, no máximo duas ao ano iríamos treinar com os chilenos só para isso??? Manter um sistema caro apenas para reabastecer caças dos outros umas duas vezes ao ano em trenamentos???
Não faz o menor sentido pra quem?? Cara, a FAB devia ter o avião com os dois sistemas. É claro que não vai acontecer, mas deveria. Além de poder reabastecer aeronaves de outros países poderia abrir caminho pra gente adquirir aeronaves com sistema de reabastecimento diferente no futuro.
Novamente, por quê??? Por que nós devemos ter um sistema para abastecer aeronaves de outros países??? Com que frequência nós operamos em conjunto com aeronaves de outros países que possuem esse sistema??? Com qual necessidade??? E a qual custo??? E qual a previsibilidade de que algum dia iremos operar uma aeronave com esse sistema, se o que possuímos é o mais usado no mundo, é o mais simples e barato e é o que temos experiência? Você acha mesmo que isso é barato, né? Acha que é só um tubo que se extende e qualquer pessoa, a qualquer momento poder… Read more »
Por que você acha que as coisas são tão difíceis assim? Você não deve entender nada do assunto. A lança, a mangueira são controlados AUTOMATICAMENTE.
Matheus, o KC-46 a lança não é controlada automaticamente. O operador senta junto com o resto da tripulação ao invés de lá atrás. A lança em si tem controles fly-by-wire e o cara a controla remotamente, mas ele precisa estar lá na aeronave para controlar a lança. O mesmo se aplica ao MRTT. Se procurar na Internet vai ver imagens dos operadores controlando a lança para reabastecimentos.
Essas novas aeronaves facilitam o trabalho do operador, mas não o substituem ou o tornam irrelevante.
Um país que reduz a compra de KC-390 contratado deve pensar bem e distinguir o “necessário” do “seria bom se…”.
A lança também pode ser equipada com a cesta de reabastecimento em vôo.
Pode mas dizem que é uma droga reabastecer por ela hehehehe. Aparentemente ela não fica estabilizada da mesma forma como se fosse apenas a cesta. Ouvi alguns relatos de pilotos de F-14 reavastecendo KC-135’s com a cesta e que diziam que era a pior parte das missões durante southern/Northern watch e subsequentes.
Quem te disse que o F-39 só voa c IRST quando precisa?
Também não sabia que o IRST era plug and play, de acordo que foi mencionado pelo forista acima.. kkkkk… é cada uma, misericórdia…
protótipo ta voando sem ele até hj e os dois que vieram tb voam sem ele… precisa mesmo do IRST instalado só pra fazer um treinamento de Revo ou voo de traslado dentro do próprio país?
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tem que lembrar q vc ta no brasil.. aqui avião de caça voa sem armas pra economizar no peso e combustível (to falando do canhão e não de míssil).
Só que o IRST não é exatamente uma arma e sim um sensor, que faz parte do sistema da aeronave e deve sim, depois de totalmente operacional, estar sempre na aeronave. Que loucura é essa agora? vai sugerir que o radar da aeronave tbm seja removido quando não estivermos em missões que, segundo você, eles não são usados??? É impressionante como as baboseiras aqui evoluem a partir de uma bobagem, de um detalhe. Até certo ponto essa coisa de ficar procurando pelo IRST tava até engraçado, mas já ficou ridículo. Daqui a pouco surge alguém dizendo que o IRST ficou… Read more »
Boa resposta, Jadson. Como estou velho, não tenho mais paciência pras besteiras que postam aqui. Gostei do Galante, que deu uma bronca nos foristas lá no Naval.
“Que loucura é essa agora? vai sugerir que o radar da aeronave tbm seja removido quando não estivermos em missões que, segundo você, eles não são usados???”
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ta ligado que ja teve força aérea da Europa que voou avião sem radar por uns 3 anos né kkkkkk
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parece baboseira, mas é Brasil
Desculpe, mas era melhor não ter respondido. Só acrescentou mais bobagem.
ahh ki peninha… liga no 190
Cel. seria mais vantajoso vender o A319 e com o dinheiro adquirir mais um A330 ou não é possível?
Aí se paga mais uns milhões de dólares a mais para ficar carregando umas toneladas a mais o tempo todo para utilizar sabe Deus quando? Melhor não.
Se nem os ingleses, que vivem atuando com os americanos fizeram isso, porque nós faríamos?
Os Franceses têm o MRTT com o boom e nenhuma aeronave francesa usa esse tipo, usam todas a Probe-and-drogue, eles optaram por ter o boom para ter a versatilidade em operar com aviões de outros países.
Só que a França é membro da OTAN, que e como tal, precisa ter aqueipamentos compatíveis os outros membros. Os MRTT da França vivem operando com aeronaves da OTAN O TEMPO INTEIRO. E nós???
Sério, ao ler certos comentários aqui eu costumo achar que certas pessoas têm preguiça de pensar, mas às vezes acho que certas bobagens são ditas de propósito para tentar irritar os coleguinhas.
Em que pese seja interessante e versátil ter os dois sistemas na FAB flying boom e probe and drogue, só faria sentido se o custo de ter os dois fosse muito baixo, afinal as operações em conjunto com outras nações são exceções, no máximo havendo treinamentos pontuais como a Cruzex. Além disso o sistema é utilizado praticamente apenas pelo Chile na região (não sei sobre a capacidade dos f-16 venezuelanos), ou seja as forças com maior probabilidade de atuarmos em conjuntos não são usuárias do flying boom, além dos EUA que tem capacidade de deslocar seus próprios tankers numa eventual… Read more »
Pois é… mas os malucos querem que a FAB gaste rios de dinheiro para obter e manter uma capacidade que nós só vamos usar, se muito uma ou duas vezes ao ano, numa cruzex, com duas aeronaves chilenas. A galera viaja mesmo.
Tem o pequeno detalhe deles participarem da OTAN…
Compra de oportunidade! Parabens FAB!
Aeronaves pouco voadas nas suas companhia áreas, não consegui a data de fabricação, tudo indica que são dentro da data especificada pela FAB é 1/2014,
Registro de voos Airbus A330 MSN 1508 G-POWX 1º Voo na Avianca 05/07/2014
https://www.airfleets.es/flightlog/index.php?file=result&app=a330&msn=1508
Registro de voos Airbus A330 – MSN 1492 – PR-AIS 1º Voo na Azul 25/11/2014
https://www.airfleets.es/flightlog/index.php?file=result&app=a330&msn=1492
Só para completar o seu post, o 1. vôo do PR-AIS na Azul foi em julho de 2019.
Novembro de 2014 foi o 1. vòo na Avianca da Colômbia, primeiro operador dessa aeronave.
Segundo matéria do AERO Magazine:
MSN 1492 = 1º voo em 14 de abril de 2014
MSN 1508 = 1º voo em 14 de março de 2014
Sim, 1. vôo em março de 2014 em Toulouse, porém como escreví antes, o 1. vôo na Avianca Colombia foi em novembro de 2014.
Caro cvn76, não quis rebater vc não amigo, é que a dúvida do Bueno eram as datas de fabricação, mas na aviação o que define melhor é a data do 1º voo, então escrevi meu comentário. Abs.
Sim, eu tinha entendido!
Sem problemas, só quis repassar mais detalhes sobre o avião em questão….😊👍👍
A330 MRTT + Gripen + Manaer representaria um grande ganho de capacidade a FAB (capacidade tática para uma capacidade estratégica)
“…eronaves cumprirão missões estratégicas, tais como Reabastecimento em Voo (REVO), Apoio Logístico, Ações Humanitárias e Evacuação Aeromédica (EVAM)…”, mas o KC390 não foi projetado para executar justamente isso? não vejo muito sentido nesta compra.
Você usa um caminhão pequeno para fazer serviço de carreta? Não? Então a compra faz sentido.
“mas o KC390 não foi projetado para executar justamente isso?”
Rodrigo, C-390 Millennium foi projetado para fornecer capacidade tática e não estratégica, se você comparar ambos vc verá que a autonomia dele é bem menor.
Apesar da USAF ter uma missão mais ampla, eles têm o C-130, o C-17 e o C-5.
No texto tem a explicação. O KC-390 não tem o alcance e a capacidade de carga e de combustível do A330. De uma vez por todas, o KC-390 é de uma categoria e o A330 é de outra!
Caro Rodrigo, são aeronaves de porte completamente diferente. O KC-390 possui peso máximo de cerca de 80 toneladas, o A330 de cerca de 240 toneladas. Ou seja, 3 x o peso de um KC-390. Isso significa que a capacidade de carga e principalmente de combustível é muiitooooo maior. Portanto, a aeronave possui capacidade de abastecer outras aeronaves em missões muito mais longas e também de transportar uma quantidade bem maior de pessoas e/ou cargas por distâncias bem maiores.
Não são aeronaves concorrentes.
KC foi feito pra cumprir as tarefas do C130. Então ele só vai fazer as missões do C130 e outras que descobrirem que da pra fazer no KC (tipo levar um cilindro de oxigênio liquido). . O MRTT vai ser o “posto de combustível com asa” pra abastecer o KC nas missões dele… até pq o MRTT não vai ter portas de caga pro deck principal e qualquer coisa que não passar nas portas (principal e de carga normal) dele ou cargas exóticas (tipo um Guarani com tropa inclusa) serão levados no KC390. . Pode ficar tranquilo que um não… Read more »
Todas as respostas acima.
Aeronaves de Aviação de transporte estratégica, Tática e caças da FAB saindo do tradicional fornecedor de origem dos EUA …
Sai C-130 entra KC390, Sai Boeing KC-137 entra A330
Aeronave de caça Sai F5 entra F39
Os proximos 40 anos !
Boa análise.
Caro Bueno,
Mais ou menos.
Os motores dessas aeronaves tendem a ser americanos… entre outros componentes.
Sim , claro! A aviônica, Acredito que até o sistema de reabastecimento seja dos EUA. Não temos esta capacidade tecnológica para a produção de todos os componentes críticos do KC390 e Gripen, Mas é um avanço para a base industrial de defesa nacional estes dois produtos. Nem sei s o motor do míssil AV-TM 300 é nacional. Esqueci do C-295 que substitui os Búfalos É uma constatação , a maioria dos fornecedores da FAB serão Europeus. O desenvolvimento tecnológico é gradativo, e quando se tem um atraso neste desenvolvimento, qualquer item aeronáutico se torna com um elevado grau de complexidade… Read more »
A aviônica do A330 é Thales.
Sim, o motor do AV-TM 300 é nacional, desenvolvido pela turbomachine.
Maravilha!!
Isto é agregar valor e tecnologia BID
Acredito que em breve teremos revelações no caso do 8×8 para o EB.
Depois da compra dos comprimidos de viagra ainda sobrou dinheiro para os 8 X 8?
“Conforme previsto no edital, a primeira aeronave deverá ser entregue em até 90 dias e a segunda em até 150 dias, contados a partir da assinatura do contrato”.
Excelente. Eu achei o prazo de entrega muito dentro de um mínimo aceitável.
Eu apenas achei que duas unidades é um número abaixo do necessário, eu penso que deveríamos ter pelo menos o dobro disso. 4 Unidades. Más está “bão”. Vamos que vamos.
Acredito que para um país do tamanho do Brasil e ainda se quiser ter representatividade internacional seria muito interessante termos um esquadrão destas aeronaves, são 2 vetores muito bons o KC 390 tático e o MRTT estratégico, como vemos na Ucrânia o poder aéreo é fator muito importante de dissuadir agreçoes externas.
Gostaria muito de ver o ACJ vendido para colaborar com parte da grana pra uma terceira unidade.
Excelente aquisição da FAB. Duas aeronaves também é um ótimo número. Como diz o ditado: Quem tem um não tem nenhum.
Falta só a MB traçar uma estratégia mais condizente com as necessidades operacionais que uma marinha com mais de 7 mil quilómetros de costa deveria ter.
Melhor chute da minha vida!! kkkk
Segundo esse banco de dados, o segundo A330:
https://www.airfleets.net/ficheapp/plane-a330-1508.htm
… voou pela primeira vez em março de 2014 e era operado pela Avianca Brasil. E iria para uma tal de Titan Airways, mas aparentemente nunca entrou em operação por esta.
Mas uma lacuna sendo preenchida, parabéns Fab agora temos uma aeronave para uso estratégico de transporte, revo, evacuação de emergência, otima aquisição, torço para as próximas licitações sejam com a mesma velocidade que está está ocorrendo.
Se com os KC-137 que chegaram na FAB já muito rodados pela Varig, e voaram mais de 30 anos ainda, esses a330 vão até 2060.
A questão é saber quanto tempo demorará a adaptação ao padrão MRTT.
E também quanto custará.
E também se a burocracia insana da licitação não vai inviabilizar o projeto.
E mesmo se a FAB terá recursos para manter as aeronaves em operação.
Não consigo entender o pq não se adquirir o nosso KC-390 para essas missões!
Isso já foi deixado claro mais acima.
De novo isso .
Meu amigo, se depois de ler esse texto, de todas as discussões e matérias recentes sobre o tema, você não consegue enter, eu tenho péssimas notícias pra você.
Pesquisa um pouco que você descobre e talvez entenda.
Sinceramente, acho que esses dois KC-30 São só para o começo. Quando mais verbas aparecerem, virão mais dois, já que o ideal são 4 aviões e não apenas dois.
Parabéns, FAB! A mais bem equipada e administrada das 3 Forças! Muitos falarão “ah, mas fragatas e submarinos são caríssimos, por isso a reestruturação da MB é lenta”. A gente entende que o preço dos meios navais são altíssimos, mas o que chateia não é a lentidão pelos custos, mas as escolhas equivocadas com um pingo de megalomania ao longo dos últimos 20 anos que tornaram a reestruturação da MB mais difícil do que poderia ser. A FAB, por outro lado, tem os pés no chão, foi assertiva e está montando uma força enxuta, porém moderníssima e com verdadeiro poder… Read more »
A MB e o porta-aviões São Paulo…
…e submarino nuclear…
Esse pelo menos é factível e muito mais útil. Já o SP, como, em que cenário, alguém achou que teríamos a grana pra comprar e manter um NAe, todas as suas escoltas, todas as aeronaves, todos os militares para operar isso, o treinamento deles, as munições, combustíveis, etc etc etc.
Dá para imaginar um traslado de 6 Gripen E/F com esse A-330 fazendo apoio logístico e REVO para uma Red Flag, por exemplo.
Seria lindo. Uma força de respeito
É bastante provável que aconteça. Os EUA tem hábito de nos chamar para as Red Flag quando querem avaliar nossas capacidades.
O triste é que no Brasil a expressão: “ A negociação com a empresa Airbus para conversão das aeronaves comerciais em plataformas MRTT será iniciada nas próximas semanas”, significa que haverá a nomeação de uma comissão imensa, com diversas viagens à Europa para conhecerem o programa, painéis de discussão sobre o tema, troca da comissão de estudos no mínimo umas três vezes, tendo que começar tudo de novo. Portanto, se ocorrer algo até 2024, será um fato incrível.
O simples fato de já darem prazos, já significa algo, tenhamos fé que vai acontecer da melhor maneira possível.
Em se tratando da FAB, que ultimamente tem dado provas de boa gestão, eu até acredito. Agora, se fosse o EB ou ainda pior, a MB…
Quero ver seu comentário daqui alguns meses…
Esses caras somem quando cenário é desfavorável.
Dúvida:
A conversão para MRTT vai incluir a conversão em cargueiro (alterações no piso, sistema de incêndio, porta de carga, barreira de contenção de carga, etc), ou só a instalação dos equipamentos de REVO?
Nunca vi foto de um MRTT com a conversão para cargueiro. Alguém sabe de algum operador que tem aeronave com essas adaptações?
O Edmundo, da AERO Magazine, apurou há algum tempo que não incluiria porta de carga e que, salvo engano, nenhum operador do MRTT optou por essa mudança. Aparentemente terá, no geral, praticamente as mesmas configurações dos operadores. Carga normal em palet padrão no porão de carga e interior que pode ser convertido para transporte normal, porto de coando avançado, vip e evacuação aeromédica, além de revo.